me desenha
entre teus dedos,
carpe
meus cabelos,
me nivela os montes
bebe em minhas fontes
me revira o solo
me sacia a fome
planta no meu colo
e molha, com-
e…
então, sem suor,
colhe
o meu amor.
Maju Costa
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correções!!!
A carpinagem me transporta para uma planta:
Faz-me pensar no tomate que ainda não foi colhido,
Nem ao menos mordido ou usado como salada,
Talvez abusado entre os cabelos de uma horta misteriosa!
— Que desenho é este! Entre as minhas sementes a correr pelos dedos…
Na certa há de ser deliciosa fonte de jorros cedida aos lábios, serpeando o colo fértil.
Ou que seja somente um lago narciso cheirando a flor e lascívia.
Ao lado do atlântico, idealizo um tomateiro crescido,
orvalhado do trabalho jardineiro, e
o Sol do horizonte descobrindo o seio do lago!
E pela revirada do solo há de saciar a fome de uma planta gentil!
curti o poema!
Ele me fez ser a planta do universo,
o tomate que ainda não foi colhido,
muito menos mordido ou usado como salada;
talvez abusado entre os dedos de uma horta inesquecivel !
Adorei encontrar esse blog.
Adorei as poesias, as flores… as flores.
A propósito essa flor é uma helicônia?