Jardinagem

diaadia706.jpg 

    me desenha
    entre teus dedos,
    carpe
    meus cabelos,
    me nivela os montes
    bebe em minhas fontes
    me revira o solo
    me sacia a fome
    planta no meu colo
    e molha, com-
    e…
    então, sem suor,
    colhe
    o meu amor.
     Maju Costa

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5 pensamentos sobre “Jardinagem

  1. Maravilhosa a sua poesia, amiga . As fotos que as acompanham,enriquecem muito a imagem que você passa nas palavras. Belo! Parabéns

  2. correções!!!
    A carpinagem me transporta para uma planta:
    Faz-me pensar no tomate que ainda não foi colhido,
    Nem ao menos mordido ou usado como salada,
    Talvez abusado entre os cabelos de uma horta misteriosa!

    — Que desenho é este! Entre as minhas sementes a correr pelos dedos…
    Na certa há de ser deliciosa fonte de jorros cedida aos lábios, serpeando o colo fértil.
    Ou que seja somente um lago narciso cheirando a flor e lascívia.

    Ao lado do atlântico, idealizo um tomateiro crescido,
    orvalhado do trabalho jardineiro, e
    o Sol do horizonte descobrindo o seio do lago!
    E pela revirada do solo há de saciar a fome de uma planta gentil!

  3. curti o poema!

    Ele me fez ser a planta do universo,
    o tomate que ainda não foi colhido,
    muito menos mordido ou usado como salada;
    talvez abusado entre os dedos de uma horta inesquecivel !

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